Vigilância Sanitária intensifica fiscalização em estabelecimentos na cidade e também nos distritos

Coronavírus

Visando cumprir a lei e decreto municipal por meio de fiscalização, a Vigilância Sanitária intensificou as operações de abordagem no comércio, na zona rural e também nas vias públicas, em parceria com a Polícia Militar. A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) lembra que estes cuidados exigidos pelos fiscais são imprescindíveis neste momento de pandemia e evitar medidas mais extremas de fechamento é uma tarefa de todos.

Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária, Alfredo Guancino Júnior, a maior fonte de notificações são as aglomerações. “A maioria dos comerciantes estão seguindo o decreto corretamente, mas a manutenção do distanciamento dos frequentadores do local é responsabilidade do proprietário. Essa, a falta de visibilidade dos avisos, são as maiores causas de notificações da Vigilância até o momento. É corriqueiro também que tenhamos que exigir a oferta de álcool em gel 70% na entrada e alertar contra a presença de pessoas sem máscaras nos estabelecimentos. A população e o comércio devem compreender que fazemos isso visando o bem de todos. O vírus está por aí, se todos nós nos cuidarmos, vencemos essa crise mais rápido”, revela.

Decreto e lei municipais (disponíveis nos links www.bit.ly/decretocovid19vilhena e www.bit.ly/lei5285) determinam as normas para conter o avanço da transmissão do novo coronavírus em Vilhena. Em atenção a estas regras, a Vigilância Sanitária notificou mais de 20 empresas que descumpriam exigências de Saúde na última semana.

ZONA RURAL x CENTRO – A Vigilância Sanitária realiza as inspeções com o apoio da Polícia Militar, tanto na área urbana do município de Vilhena como nos distritos. Nos últimos dias houve também fiscalização, por exemplo, em Nova Conquista. A incursão foi motivada pelo aumento de casos na zona rural nos últimos 10 dias. Desde o início da pandemia foram registrados 63 casos confirmados na zona rural do município, porém, 31 destes foram identificados do dia 20 de julho em diante. Outro dado que preocupa as autoridades em Saúde é que nas chácaras a idade média dos contaminados é cerca de 20% maior que na zona urbana: enquanto na cidade a média de idade é de 38,4 anos, na zona rural é em 45,2 anos.

Por sua vez, o Centro, bairro mais urbanizado da cidade e que tem também o maior número de estabelecimentos comerciais, é a região que registrou o maior número de casos até agora, um total de 171, sendo que 30% destes são dos últimos 10 dias. Os confirmados no bairro têm idade média também acima da geral do município, marcando 40,4 anos.

Operações de fiscalização são feitas periodicamente por iniciativa da Prefeitura e da Polícia Militar, mas a população pode ajudar: denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira).

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